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A Torre de Babel

"Asseguram os ímpios que o disparate é normal na Biblioteca e que o razoável (e mesmo a humilde e pura coerência) é quase milagrosa excepção."

Jorge Luís Borges, A Biblioteca de Babel

 

 

segunda-feira, junho 27, 2005

Batman: o início.


Ontem, culminei o meu fim de semana cinéfilo com uma matiné nas nossas Torres Gémeas. Mantendo o tema das graphic novels, fui ver o Batman: o início.

Para confirmar o que aqui tinha dito.

E confirmei tudinho.O Christian Bale é o melhor Batman de longe, o tom do filme e Gotham estão negros q.b., e os restantes actores vão muito bem (com excepção da Katie Holmes, que não parece ter grande jeito para representar). Aliás, o defeito deste filme - e de quase todos os filmes de super-herois - é a relação amorosa enfiada à pressão. Neste filme o defeito assume proporções maiores pois dificilmente se compreende que Batman, um heroi torturado, obsessivo e vingativo, mantenha um flirt ou uma relação platónica, com o estereótipo da mulher indefesa.

O filme é, objectivamente, o melhor de todos os Batman. Num mundo ideal fariam aparições a Catwoman de Batman Returns (Michelle Pfeiffer) e o Joker do primeiro Batman (Jack Nicholson).

Quanto à primeira, não acalento esperanças; mas já se fala na próxima sequela que trará novamente o Joker ao grande ecrã. Infelizmente os rumores apontam para toda a gente menos para Jack Nicholson.

Espero que estejam todos errados.

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